noite escura da alma (link)
Luiz Prado
Brasil, 2018
noite escura da alma é um larp para uma pessoa. Você é um escritor com uma doença terminal passando um dia de folga num lugar estrangeiro. É para ser meio vida real meio jogo.
Esse larp fecha uma trilogia que começou com Vamos conversar lá fora? e seguiu com andando na rua, sendo espancado. Aspectos formais e temáticos fazem uma unidade desses três jogos.
terça-feira, 31 de julho de 2018
quarta-feira, 13 de junho de 2018
viÆgóica
viÆgóica (link)
por Caue Reigota, Francisco Alves e Tadeu Rodrigues
ganhador do Concurso Faça Você Mesmo de Criação de Jogos, edição 2018
Brasil, 2018
Um larp sobre Galáxia e Identidade, onde os limites são tênues.
Por Caue Reigota, Francisco Alves e Tadeu Rodrigues
Desenvolvido para o Concurso Faça Você Mesmo de Criação de Jogos Narrativos, edição de 2018.
viÆgóica é um larp. Isso significa que o objetivo é reunir um grupo de pessoas com a intenção de jogar, dramatizar e/ou imergir num papel, dentro de uma situação específica, sem nenhum roteiro previamente definido. Todas as ações devem ser efetuadas espontaneamente, sem se preocupar com a qualidade técnica de uma atuação (isso é preocupação do teatro, onde alguém estará assistindo ao seu espetáculo), nem ganhar ou perder (isso é preocupação dos jogos competitivos) - aqui, o importante é criar coletivamente uma narrativa.
por Caue Reigota, Francisco Alves e Tadeu Rodrigues
ganhador do Concurso Faça Você Mesmo de Criação de Jogos, edição 2018
Brasil, 2018
viÆgóica
Um larp sobre Galáxia e Identidade, onde os limites são tênues.
Por Caue Reigota, Francisco Alves e Tadeu Rodrigues
Desenvolvido para o Concurso Faça Você Mesmo de Criação de Jogos Narrativos, edição de 2018.
viÆgóica é um larp. Isso significa que o objetivo é reunir um grupo de pessoas com a intenção de jogar, dramatizar e/ou imergir num papel, dentro de uma situação específica, sem nenhum roteiro previamente definido. Todas as ações devem ser efetuadas espontaneamente, sem se preocupar com a qualidade técnica de uma atuação (isso é preocupação do teatro, onde alguém estará assistindo ao seu espetáculo), nem ganhar ou perder (isso é preocupação dos jogos competitivos) - aqui, o importante é criar coletivamente uma narrativa.
segunda-feira, 21 de maio de 2018
Nostalgia
Nostalgia (link)
Luiz Prado
Brasil, 2014/2018
Sua memória na boca de outra pessoa. Tudo começa com uma história rabiscada num pedaço de papel. Ela já não pertence a você: será jogada na roda e recontada por todos. Está tudo bem, sua origem será preservada. Em troca, ela não será mais sua depois dessa experiência. Como presente, você ganhará novas memórias para brincar também.
Luiz Prado
Brasil, 2014/2018
Sua memória na boca de outra pessoa. Tudo começa com uma história rabiscada num pedaço de papel. Ela já não pertence a você: será jogada na roda e recontada por todos. Está tudo bem, sua origem será preservada. Em troca, ela não será mais sua depois dessa experiência. Como presente, você ganhará novas memórias para brincar também.
quarta-feira, 16 de maio de 2018
O que você vai ser quando crescer?
O que você vai ser quando crescer? (link)
Luiz Prado
Brasil, 2018
Um larp por Luiz Prado
O que você vai ser quando crescer? é um jogo entre 2-6 participantes, com duração aproximada de 1 hora e meia. Recomenda-se que todos estejam usando camisetas brancas sem estampa, mas isso não é obrigatório.
Neste jogo vocês representarão versões de si mesmos quando tinham 17 anos e estavam no final do ensino médio. Sua idade atual não interfere nisto, tenha você 18, 25, 40, 60 – até mesmo 17 anos. Todos são colegas de classe que, por qualquer motivo sem importância e que não deve ser o centro da experiência, foram colocados de castigo. A punição de vocês é conversar, discutir e refletir em grupo sobre o que esperam para o futuro, quais suas perspectivas e planos, imediatos e de longo prazo. A pergunta que dá título ao larp serve de parâmetro para a discussão.
Luiz Prado
Brasil, 2018
O que você vai ser quando crescer?
Um larp por Luiz Prado
O que você vai ser quando crescer? é um jogo entre 2-6 participantes, com duração aproximada de 1 hora e meia. Recomenda-se que todos estejam usando camisetas brancas sem estampa, mas isso não é obrigatório.
Neste jogo vocês representarão versões de si mesmos quando tinham 17 anos e estavam no final do ensino médio. Sua idade atual não interfere nisto, tenha você 18, 25, 40, 60 – até mesmo 17 anos. Todos são colegas de classe que, por qualquer motivo sem importância e que não deve ser o centro da experiência, foram colocados de castigo. A punição de vocês é conversar, discutir e refletir em grupo sobre o que esperam para o futuro, quais suas perspectivas e planos, imediatos e de longo prazo. A pergunta que dá título ao larp serve de parâmetro para a discussão.
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sábado, 10 de março de 2018
Na Margem
Na Margem (link)
Jairo Borges Filho
Brasil, 2018
por Jairo Borges Filho
Moça, sai da sacada
Você é muito nova pra brincar de morrer
Me diz o que há, o quê que a vida aprontou dessa vez?
Muitos já passaram por esta experiência: sentados em uma janela (ou sacada), a uma altura considerável, começam a refletir sobre suas vidas, na falta do chão. Geralmente, começando pelos pensamentos ruins — as coisas que os privam da paz.
Esse é o contexto de Na Margem — um RolePlay Poem, um jogo narrativo derivado dos larps (abreviação para live-action role-playing). Ao jogar um larp, os participantes interagem representando papéis em uma história. São personagens que eles mesmos criam antes, ou que recebem já definidos para o jogo. No entanto, não há um roteiro (ou script) pré-definido; as decisões são tomadas pelos jogadores no desenrolar da história, como bem entenderem — enquanto estão brincando de ser essa outra pessoa (realmente, no improviso). Também não há plateia, diferente do que acontece no teatro: os jogadores representam apenas para si e uns para os outros.
Jairo Borges Filho
Brasil, 2018
Na Margem
Um Jogo Sobre Limites, e A Busca por Pazpor Jairo Borges Filho
Moça, sai da sacada
Você é muito nova pra brincar de morrer
Me diz o que há, o quê que a vida aprontou dessa vez?
Muitos já passaram por esta experiência: sentados em uma janela (ou sacada), a uma altura considerável, começam a refletir sobre suas vidas, na falta do chão. Geralmente, começando pelos pensamentos ruins — as coisas que os privam da paz.
Esse é o contexto de Na Margem — um RolePlay Poem, um jogo narrativo derivado dos larps (abreviação para live-action role-playing). Ao jogar um larp, os participantes interagem representando papéis em uma história. São personagens que eles mesmos criam antes, ou que recebem já definidos para o jogo. No entanto, não há um roteiro (ou script) pré-definido; as decisões são tomadas pelos jogadores no desenrolar da história, como bem entenderem — enquanto estão brincando de ser essa outra pessoa (realmente, no improviso). Também não há plateia, diferente do que acontece no teatro: os jogadores representam apenas para si e uns para os outros.
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
andando na rua, sendo espancado
andando na rua, sendo espancado (link)
Luiz Prado
Brasil, 2018
(...) Cada larp, pensado como obra artística, encerra proposições que fundem forma e conteúdo. Retirar a fala, desviar o contato visual e propor a introspecção são soluções formais para tratar do estado de espírito suicida: um sentimento esmagante de solidão e uma expectativa envenenada de ansiedade.
No outro papel, a interrogação diante do que se passa com o suicida. Dúvida que é comumente lida como descaso e abandono, tornando-se combustível para a morte.
Como sempre no larp, é uma dialética dos afetos, vestida com o signo da ficção. Dessa vez, escolhi o contato físico (...) como protagonista por entender que, às vezes, os corpos dialogam melhor através do calor, do cheiro e do tato. Há verbo demais, cheio de ruídos, mentiras e balões de gás. Abrace o outro e não transforme isso numa aberração.
Luiz Prado
Brasil, 2018
(...) Cada larp, pensado como obra artística, encerra proposições que fundem forma e conteúdo. Retirar a fala, desviar o contato visual e propor a introspecção são soluções formais para tratar do estado de espírito suicida: um sentimento esmagante de solidão e uma expectativa envenenada de ansiedade.
No outro papel, a interrogação diante do que se passa com o suicida. Dúvida que é comumente lida como descaso e abandono, tornando-se combustível para a morte.
Como sempre no larp, é uma dialética dos afetos, vestida com o signo da ficção. Dessa vez, escolhi o contato físico (...) como protagonista por entender que, às vezes, os corpos dialogam melhor através do calor, do cheiro e do tato. Há verbo demais, cheio de ruídos, mentiras e balões de gás. Abrace o outro e não transforme isso numa aberração.
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
PONTO DE ÔNIBUS
Esse jogo curto é sobre um encontro de pessoas num ponto de ônibus, e o começo de uma amizade.
É um jogo alto astral para 3 a 5 jogadores, que dura menos de duas horas, contando com os workshops.
Esse larp é realmente fácil de organizar e jogar.
- PONTO DE ÔNIBUS -
um jogo de Lila Clairence
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