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quarta-feira, 25 de março de 2020

Coronatus

Coronatus (link)
por Livia Von Sucro
Brasil, 2020


"Espero que vocês estejam com as mãozinhas lavadas, pois escrevi mais um nano joguinho despretensioso para passar o tempo. Trata-se de Coronatus, um mini mini mini game (sim, escrevi 'mini' três vezes) para duas pessoas em extremos distintos do espectro político, feito para ser jogado à distância sem preparação alguma, sem necessidade de props ou ferramentas. Regras levíssimas (quase no rules haha)." - Livia Von Sucro

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Me expulsaram do grupo da família

Me expulsaram do grupo da família (link)
por Livia von Sucro
Brasil, 2018

Me Expulsaram do Grupo da Família


Um mini larp sobre drama familiar em tempos de guerra política


por Livia von Sucro

Me expulsaram do grupo da família é um mini larp sobre relações familiares, melancolia e intolerância no Brasil contemporâneo, um país marcado por diferenças ideológicas à primeira vista irreconciliáveis, causadoras de rupturas ainda insondáveis nos laços fraternos das famílias. Aqui, a ideia é explorar a tenacidade destes laços de um ponto de vista tragicamente pragmático, mais doloroso do que otimista. Não faz parte do escopo do jogo se aprofundar em questões iminentemente políticas, mais formais e objetivas. Sugere-se maturidade aos jogadores, com especial atenção a possíveis gatilhos. Discutam limites previamente.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

MENINa - um jogo para meninos

MENINa - um jogo para meninos (link facebook | link FVM2015 )
um role-playing poem por Livia von Sucro
realizado para o Concurso Faça Você Mesmo de Criação de Jogos, edição 2015
Brasil, 2015


"Este é um exercício de empatia para homens heterossexuais cisgênero*, que devem interpretar meninas ou mulheres que acabaram de escapar de uma situação de abuso/violência perpetrados por homens, e agora se encontram em um ambiente protegido, porém não-familiar (hospital, delegacia, abrigo).

Estas mulheres acabaram de abrir mão de algo importante para elas, em nome de sua segurança física e psicológica, e agora lhes é dada a oportunidade de contar suas histórias, em um uma roda de conversa semelhante à terapia coletiva ou grupo de autoajuda.

Uma única mulher (cis ou transgênero) deve participar da cena, apenas como mediadora do grupo: concedendo a palavra, agradecendo o depoimento, encorajando sutilmente a fala, etc."