sábado, 18 de janeiro de 2014

Álcool

Álcool
por Luiz Prado
Brasil, 2014


Álcool

Um larp por Luiz Prado

Este é um jogo de representação sobre o significado do álcool em nossas vidas. Participam de duas a cinco pessoas e você precisa de uma mesa, uma cadeira e um copo com a bebida alcoólica que desejar. Evite problemas legais e jogue apenas com maiores de idade.

Um dos participantes senta-se à mesa, diante do copo. Ele representará um personagem que reflete se deve ou não tomar aquela dose. Por motivos que serão construídos ao longo do larp, bebê-la significa a continuidade de certo modo de vida que ele estuda abandonar. Por isso hesita, e as memórias da relação com o álcool vêm a sua mente.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Retalhos

Retalhos (link)
T C Braga
Brasil, 2014

Retalhos

Um jogo sobre despedidas

20 minutos | 4 a 5 jogadores

Contexto
Você é a felicidade da vila dos monstros, a razão de todos sorrirem. Mas agora você precisa ir embora para o seu destino. Alguém está lhe esperando.

O trem vai partir, mas há tempo para dizer adeus.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Feitos pra “sangrar”, comentário de Goshai Daian


"Os larps nórdicos buscam se distinguir dos americanos, entre outras coisas, por uma visão artística: o larp como “algo mais que entretenimento”, algo capaz de mexer com seus jogadores. E uma maneira de fazer isso é administrar o que eles chamaram de bleed - a transferência entre emoções e pensamentos do jogador para o personagem e vice-versa. Às vezes esse é o objetivo do jogo. E tem um tipo de jogo que foca exatamente nisso."

Leia o comentário completo de Goshai Daian, no blog RPG a La Carte.

Em 8 de maio de 2024, descobri que o link original para a postagem havia caído. Entrei em contato com o autor do artigo, Goshai Daian,e ele conseguiu recuperar o blog antigo para um novo endereço. Mirando a preservação do texto por mais tempo, reproduzimos abaixo em sua integridade. O link quebrado foi também corrigido nesa mesma data. — Falcão

Feitos para Sangrar


Contribuição à uma enquete do Larp Brasil 

Os larps nórdicos buscam se distinguir dos americanos, entre outras coisas, por uma visão artística: o larp como “algo mais que entretenimento”, algo capaz de mexer com seus jogadores. E uma maneira de fazer isso é administrar o que eles chamaram de bleed - a transferência entre emoções e pensamentos do jogador para o personagem e vice-versa. Às vezes esse é o objetivo do jogo. E tem um tipo de jogo que foca exatamente nisso. São os Poemas de Encenação (Role-Playing Poems).

Por Goshai Daian 

UM CASO DE BLEED 


Se me perguntarem eu digo que um poema de encenação é um rpg livre e conciso “feito para sangrar”. É um RPG em que as regras não existem para resolver as coisas na ficção, mas para estabelecer e regular uma cena.

O que uma cena contém e o que é uma boa cena depende, afinal, do que as pessoas querem fazer com aquela cena. Eu, particularmente, prefiro os P.E.s que conseguem criar uma tensão dramática. E isso tem a ver com a tal da transferência.

(Por esse critério, eu consideraria alguns jogos como Um Orc no Poço, Noir e Saga como rpgs livres que podem ou não ser encenados como poemas).


Minhas Queridinhas” (Good Night Darlings), de Mattjis Holter, é muito eficiente e versátil nesse quesito. Um dos participantes assume o papel de um Criador que deve matar suas amadas Criaturas. Há um tempo determinado para a cena e todas as Criaturas serão mortas pelo Criador ao final dela. Os jogadores estão ali para descobrir “como”. O poema condiciona os seus encenadores a jogar com os sentimentos do Criador. Na maioria das vezes eles vão buscar comovê-lo para alcançar uma morte digna, mas isso não é uma regra. Pode-se jogar exatamente ao contrário: “Quero deixar PUTO esse meu Criador! Quero ver até onde vai o sadismo desse canalha!”

O jogo é eficiente e versátil porque permite aos jogadores se envolverem de infinitas maneiras a partir de uma proposta simples: encarar a morte pelas mãos de alguém com quem se tem alguma ligação. E isso tem pouco a ver com “sangramento” na minha opinião. Isso porque pressupõe que existe um jogador por baixo do personagem e que é preciso atingir um ponto X para romper a pele e expor o que está ali embaixo.

O termo pegou, mas não faz juz ao conceito. Luiz Falcão, do NpLarp, sugeriu “vazar”, mas eu acho que acaba caindo mais ou menos no mesmo problema. Eu ficaria com a sugestão do Rafael Rocha, do Narrativa da Imaginação, que sugeriu “eco”. Mas nenhuma exclui a outra - tem um monte de contextos em que caberia dizer “sangrar” também. Vale tudo porque o lance não é se apegar numa definição e sim começar a falar do assunto.

P.E.s PARA PRATICAR O DESIGN DE CENAS


Evidente que um poema de encenação bem feito é um jogo completo em si mesmo. Por outro lado em vários momentos, no larp ou no rpg, nos deparamos com um momento onde os dados vão embora e deixam de ser necessários. Nesses momentos um RPG tradicional vira freeform e o GM se quiser fica só olhando, porque a história está girando sozinha naquele momento.

P.E.s podem ser um exercício pra isso também.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Ouça no Volume Máximo

Ouça no Volume Máximo (link)
Luiz Prado
Brasil, 2013


Ouça no Volume Máximo é um larp de Luiz Prado concebido dentro das pesquisas e trabalhos realizados com o NpLarp e Boi Voador. Partindo da criação coletiva de personagens e situações dramáticas, propõe aos participantes a experiência de viver as expectativas e angústias de artistas buscando entender suas trajetórias e relações inter-pessoais.

O larp pode ser aplicado por qualquer pessoa e necessita de pouquíssima produção, sendo indicado tanto para veteranos em jogos de representação como para iniciantes.

O larp pode ser aplicado por qualquer pessoa e necessita de pouquíssima produção, sendo indicado tanto para veteranos em jogos de representação como para iniciantes.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Três Homens de Terno

Três homens de terno (link)
por Luiz Prado
Brasil, 2013


Três homens de terno

um jogo de representação por Luiz Prado

Três homens de terno adentram o quarto.
Com cada um, uma dádiva.
O primeiro oferece a morte.
O outro vem lembrar o pecado.
O último, conceder um desejo.
Aos três aceita, cada um se retira e está feito.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Outrora

Outrora 
por Tadeu Andrade
Brasil, 2013

Outrora



Para jogar “Outrora” são precisos dois jogadores e uma ampulheta. O jogo é dividido em dois atos. No primeiro, um dos participantes contará uma breve história do passado. Pode ser qualquer história: um sonho, um mito, uma passagem de um romance, poema, da bíblia, uma lembrança ou mesmo uma história inventada.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Café Amargo

Café Amargo (link)
por Luiz Prado
Brasil, 2013

Café Amargo

um jogo de representação por Luiz Prado

Cedo ou tarde, as pessoas queridas nos dizem adeus. Café Amargo é um jogo de representação sobre despedidas e a importância do outro em nossas vidas.

Neste jogo vocês precisam de:
– 2 a 6 pessoas
– 1 a 3 horas (dependendo do número de participantes)
– rolo de barbante ou lã
– café forte, sem açúcar (ou outra bebida amarga, como chá verde bem forte)
– garrafa térmica
– 2 xícaras- 3 cadeiras (opcionais)